No parque estadual Alberto Loefgren aconteceu a exposição “Da Nascente à Foz” da artista plástica Angella Conte.
Tudo começa em uma breve caminhada ainda no parque onde ao passar por um dos lagos, o visitante se surpreende com algumas bacias flutuando,segundo Angella Conte a intenção é tratar da escassez da água, causar uma estranheza e levar à um questionamento pois embora há muita água por baixo das bacias se não cuidarmos as mesmas ficaram vazias.
“Foi um convite da diretora do museu onde no ano passado fiz uma exposição
Natalia Conte filha da artista,disse que a intenção principal da mãe é a de conscientização sobre o uso da água e afirma que ela vai conseguir chamar muito a atenção de todos que passarem no local.Perguntada sobre as bacias a mesma completa- “Um exemplo,com uma bacia d’água a pessoa pode tomar um banho,fazer o alimento entre outras coisas e quanto ao risco de acumulo de água e criadouros das larvas do mosquito da dengue,todos podem ficar despreocupados pois se thouver água acumulada ela será retirada. A exposição está aberta ao público do dia 22 de março ao dia 22 de abril.O horário de funcionamento do museu é de terça a sexta das 9h às 12h e das 13h30 às 16h320 aos domingos das 10h às 15h30 fechado aos sábados e às segundas-feiras.A entrada é gratuita.
O Museu Florestal Octávio Vecchi fica na Rua do Horto,931 Horto Florestal Tel:3442-8838
Texto e fotos:Alfredo Bazzolli
Ontem, passeando de manhã pelo parque presenciei funcionários do parque retirando as bacias, perguntei a eles que não souberam responder o porque da retirada. Ora, não fazia parte da exposição?
ResponderExcluirBom, liguei para a direção do museu para saber melhor, pois queria fotografar as baicas no lago; Também funcionários do museu não souberam informar o porque da retirada, mas um frequentador antigo do parque me disse que foi a diretoria do parque que ficou preocupada com a instalação, ele, que disse ser antigo funcionário do parque e conhecer pessoas da diretoria, contou que o medo é que as bacias denotem os problemas ocorridos nas águas dos lagos deste paruqe que recebem parte dos esgotamentos sanitários de bairros próximos e adjcentes como Pedra Branca, Santa Ines e até mesmo dos prédios no interior do parque, palácio, casa da diretoria e dos banheiros do parque....
Contudo, pergunto eu: Será que as vertentes de esgoto á ceu aberto não são de preocupantes e se são porque não foram tomadas as atitudes para conter este problema que é maior do que bacias num lago já sujo??
Josias Albuquerque