Algumas ruas do Jardim Peri, zona norte da capital, estão sendo tomadas pelo lixo, mato alto e diversos problemas. Se alguns culpam a prefeitura por não realizar a limpeza, outra parte se deve ao bom senso dos próprios moradores, já que as vias percorridas por nossa equipe possuem acesso para os caminhões da coleta.

Alguns moradores sentem-se indignados com a falta de educação das pessoas que depositam lixo nas calçadas. Uma moradora que não quis se identificar, reside na Rua Dna. Maria Bráulio esquina com a Rua Condensa Amália Matarazzo diz que passar por ali, só se for ao meio da rua, devido à quantidade de lixo, restos de entulho, móveis usados e até sofás, situação parecida na Rua Francisco Goya, altura do nº 61, na Vila Amália.
Na Rua Rangel de Almeida altura do nº 13B, a situação não é diferente, até colchão foi jogado próximo a um poste. Detalhe, se atearem fogo acontecerá às mesmas conseqüências do dia 24/jul., que um sofá foi incendiado na Rua José Carlos Rodrigues e resultou na falta de energia, conexão com internet, TV a cabo e telefone.
Situação mais grave estão enfrentando os moradores das ruas Rodolfo Mayer e Jornalista Otávio Ribeiro Pena Branca, o afluente do córrego Guaraú “desapareceu”. Por conta do mato com mais de dois metros de altura, não dá para identificar que o afluente passa por ali. Os moradores da Rua José Carlos Rodrigues estão preocupados, principalmente com a temporada de chuvas chegando. O cano da rede principal deságua nesse afluente, além do mato a alta quantidade de terra encobriu o cano, basta uma chuva para inundar as três ruas e causar inúmeros estragos.
Entramos em contato com a subprefeitura Casa Verde sobre as providências no recolhimento dos entulhos e a possibilidade de colocação de placas de proibição, e e possível fiscalização de alguns pontos. Até o fechamento da edição não obtivemos resposta.
(Texto e foto: Alfredo Bazzolli)
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